terça-feira, 13 de setembro de 2016
segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
Cientistas provam que existiu uma supercivilização na Terra antes da Humanidade
Os cientistas russos fizeram uma
declaração sensacional: existiu na Terra uma civilização superdesenvolvida
antes do aparecimento do homem na Terra.
Os investigadores das regiões de
Rostov e de Krasnodar chegaram a essa conclusão depois de uma descoberta única
feita por um habitante da cidade de Labinsk. Quando pescava, Viktor Morozov
descobriu uma pedra desconhecida, no interior da qual se encontrava um
microchip, informa o jornal Mir Novostei.
Depois de analisar o “artefato”
encontrado, os especialistas concluíram que ele pertenceu a uma civilização
mais desenvolvida do que a humana, que viveu na Terra antes de nós.
A descoberta única conservou-se
desde tempos antigos por ter estado “mergulhada” na pedra, explicam os
cientistas.
Na véspera, no laboratório do
Instituto Politécnico de Novocherkassk, região de Rostov, foi realizado, com os
esforços da cadeira de geologia, um estudo para determinar a idade da
descoberta. Constatou-se que a pedra anormal tem cerca de 250 milhões de anos.
Este fato é uma prova da existência na Terra de uma civilização ultra
desenvolvida muito antes do aparecimento do homem antigo. Provavelmente, nós só
num futuro longínquo possamos atingir o nível de tecnologia por ele alcançado.
http://br.sputniknews.com/portuguese.
ruvr.ru/news/2014_11_24/Cientistas-provam-que-existiu-uma-superciviliza-o-na-Terra-antes-da-Humanidade-8111/
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sexta-feira, 30 de outubro de 2015
Quem eram os vikings?
Por Roberto Navarro | Edição 12
Era um povo originário da
Escandinávia, que colonizou e saqueou várias regiões da Europa entre os séculos
9 e 11, influenciando bastante a cultura e a história do continente. O nome
pelo qual ficaram conhecidos teria se originado da palavra vikings, que significaria
"pirata" em antigas línguas escandinavas - embora alguns
especialistas acreditem que a expressão possa derivar de vik, ou
"baía". Sua sociedade era formada por clãs, espécie de tribos unidas
por laços familiares e chefiadas por proprietários de terras, que também
assumiam o papel de líderes militares. Sob seu comando, estavam homens e
mulheres que, pelo menos em suas terras, viviam pacificamente como simples
agricultores e pescadores. Aliás, as mulheres vikings, ao contrário do que
ocorria nas outras regiões da Europa, contavam com muita liberdade: podiam ser
proprietárias de terras, administrar o cultivo das fazendas e negociar com
mercadores. Cada clã possuía também seus escravos, capturados durante ataques
bem-sucedidos a países distantes.
Esse instinto conquistador dos
vikings, que os levava a pilhar vilas e cidades costeiras da Europa, foi
alimentado principalmente por dois fatores: o crescimento da população
escandinava e a escassez de terras cultiváveis na região. Mas, apesar de
atacarem freqüentemente outros povos, esses guerreiros não merecem totalmente a
fama de assassinos impiedosos, imagem criada por crônicas medievais escritas
justamente pelas vítimas das invasões. "Os vikings não foram mais
sanguinários que qualquer outro povo da época, mas eram pagãos e assim não se
detinham na porta das igrejas ou monastérios, como faziam os outros europeus. A
sociedade nórdica da época baseava-se na agricultura e na pesca e essas eram as
verdadeiras ocupações primárias dos guerreiros", diz o arqueólogo e
especialista no assunto Robert McGhee, do Museu Canadense da Civilização, na
cidade de Gatineau.
Mas, quando largavam os cuidados com
a terra e partiam para novas conquistas, eles contavam com um grande aliado:
seus barcos, que tinham uma tecnologia bastante avançada para a época. O
problema é que todo esse grande conhecimento de construção naval não era
seguido à altura pela capacidade de orientação em alto-mar. "As
descobertas dos vikings pelo oceano Atlântico resultaram da combinação de navios
bastante eficientes com um conhecimento muito pobre de navegação, o que
significa que, na maior parte, suas descobertas foram acidentais", afirma
McGhee. Toda essa expansão oceano afora - que os levou até o Canadá - e os
ataques freqüentes ao resto da Europa durou enquanto os países escandinavos
contavam com um excesso de jovens dispostos a buscar aventura e fortuna longe
de casa.
A partir do século 11, esse excedente
populacional diminuiu, esgotando a capacidade dos clãs de recrutarem novos
guerreiros para suas perigosas viagens. Foi o início do fim desse modelo de
sociedade nos países nórdicos. O rei Olaf II Haraldsson, que subiu ao trono da
Noruega no ano de 1015, é considerado o último chefe viking tradicional.
Pioneirismo transatlântico
Escandinavos chegaram à América cinco
séculos antes de Colombo
Ninguém sabe detalhes sobre as
expedições vikings, mas certas rotas abertas por eles costumam ser atribuídas a
grupos específicos. A expansão em torno do mar Báltico e pela Rússia foi
provavelmente obra dos suecos (rota em vermelho). Já os noruegueses seriam os
responsáveis pela colonização da Islândia, pela descoberta da Groenlândia e do
Canadá (verde-escuro) - ou seja, teriam chegado à América quase cinco séculos
antes de Colombo. A última grande rota era a dos vikings dinamarqueses, que
controlaram parte da Inglaterra, cruzaram o estreito de Gibraltar e chegaram
até a Itália (verde-claro)
LUTA SEM CHIFRES
Os vikings costumavam lutar a pé,
usando uma espada como arma principal - mas carregavam também machado, lança e,
às vezes, arco e flecha. Apesar de sua imagem ter ficado gravada no imaginário
popular com aqueles capacetes de chifres, eles provavelmente só usavam essas
peças em cerimônias religiosas
CASCO
O desenho em forma de V, desenvolvido
no século 8, tornava mais eficiente o deslocamento sobre a água do mar,
permitindo maiores travessias. O casco - formado por pranchas de carvalho - era
especialmente flexível, leve e resistente
Tecnologia avançada
Os possantes barcos vikings tinham
velas e cascos especiais
Mastro
Não existia só um modelo de barco
viking. Mas havia geralmente algumas características comuns entre eles. O
mastro, por exemplo, era feito de pinho e podia ser baixado e levantado durante
a viagem, para adaptar-se às condições do vento e às necessidades da navegação
Vela
Foi a partir do século 9 que os
barcos vikings passaram a ser impulsionados por vela, além dos tradicionais
remos. Na forma de retângulo ou trapézio, a vela era feita com a lã de um tipo
especial de ovelha, cuja oleosidade a tornava impermeável e ultra-resistente
Remos
Pelo menos 30 homens remavam o barco
de cerca de 20 metros de comprimento. Eles entravam em ação nas manobras em
águas rasas e na abordagem de navios inimigos. Um remo no lado direito da
traseira da embarcação servia de leme. Para se protegerem, os vikings
encaixavam escudos no casco e passavam os remos por um buraco no centro dele
terça-feira, 14 de julho de 2015
domingo, 12 de abril de 2015
segunda-feira, 3 de junho de 2013
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